Boneco de vodu

Boneco de vodu: neste capítulo Ramatis fala dos feitiços ou magia negra empreendidos com bonecos que representam a pessoa que é alvo da magia, mais conhecido como “boneco  de vodu”.

Capítulo 6

Boneco de vodu:
Enfeitiçamento por meio de boneco de cera

 

PERGUNTA: – Certa vez, a esposa de nosso vizinho, após recorrer à Umbanda, encontrou um boneco de cera enterrado sob a soleira da porta de sua residência e ornamentado com uma imitação de cabeleira. Havia três alfinetes espetados no boneco; um à altura do rim esquerdo, outro no estômago e outro na zona do coração. Inexplicavelmente, o nosso vizinho já havia operado o estômago e o rim esquerdo, além de mostrar-se extremamente cardíaco! Que dizeis?

RAMATÍS: – É evidente que, se o enfeitiçamento produz efeitos maléficos através de objetos mais compactos, isso ainda será bem mais fácil quando dinamizado por um boneco confeccionado de cera-virgem, substância que é produzida pelas abelhas e impregnada da energia vigorosa das flores, como é o perfume! Modernamente, a medicina aconselha o uso da geléia real feita do mel de abelhas para o rejuvenescimento orgânico, porque ela é exuberante de prana ou vitalidade extraída do néctar das flores. 1

1 – Nota do Médium: – o vizinho em questão veio a falecer um mês após o encontro do dito boneco de cera. O espírito de Pai João havia identificado o feitiço e prevenido que era muito tarde para salvar o enfeitiçado, pois já estava enferrujado o alfinete espetado na zona do coração.

Felizmente, o enfeitiçamento através do boneco de cera é um processo mais raro, pois exige do feiticeiro muita capacidade e experiência, além de tratar-se de perigosa arma de dois gumes, que se volta rápida e facilmente contra o seu próprio autor. É certo que a maioria dos feitiços feitos através de bonecos de pano, cera ou barro, não passam de operações inofensivas ou ridículas, praticadas por leigos ou curiosos. Nem todos os trabalhos de feitiçaria sob esse fundamento produzem efeitos nocivos, mas também resultam de pseudomagos ou feiticeiros inexperientes, que apenas aliviam o bolso dos clientes mal intencionados.

Nestas mensagens mediúnicas, temos procurado comprovar a realidade do enfeitiçamento mental, verbal e através de objetos, mas. vos advertimos que este último processo de feitiço é de realização mais eficiente por parte dos espíritos desencarnados. Eles se aproveitam facilmente dos descontroles mentais e emotivos dos encarnados ainda escravos de hábitos e paixões nocivas, para então materializar as suas intenções malignas e desgraçar a vida humana. Agem à vontade e despreocupadamente, porque dispõem de farto material subversivo fornecido incessantemente pelos homens imprudentes e surdos aos ensinamentos do Cristo Jesus!

Ademais, com o atual clima hipersensível de “tempos chegados” e “juízo final”, em que viveis atualmente, além da tensão perigosa da Besta profética, o cenário terreno também se torna mais propício para o sucesso das empreitadas diabólicas das Trevas. A velha estirpe animal superexcita-se e acicata o ser humano, sufocando os raros esforços de libertação do espírito enfraquecido; as criaturas adivinham-se e pressentem-se pela sintonia na mesma faixa de degradação, e por esse motivo cresce a multidão de cínicos, debochados e inescrupulosos. A mulher desnuda-se sem quaisquer preocupações de pudor e serve para a propaganda audaciosa e sensual de estímulos aos vícios comuns; as indústrias do mundo fabricam toda sorte de substâncias epicurísticas, mas de tendências viciosas. A corrupção de Sodoma, Herculanum, Gomorra, Babilônia, Pompéia, Cartago e Roma, que foi, no passado, um fenômeno local, agora alastra-se como um acontecimento mundial, que atinge todas as latitudes geográficas do planeta. O alcoolismo desenfreado excita as paixões, os entorpecentes modernos aumentam a imbecilidade humana, a luxúria de alto bordo anula as fronteiras dos prostíbulos, a mocidade desfibra-se rotulada de existencialista, o menor emancipa-se na delinqüência e repudia os pais, como vulgares e anacrônicos contrapesos da vida moderna! A deformação ridícula e imbecil deforma a própria esfera da arte, onde o charlatão usufrui da mesma lisonja e tributo concedido ao gênio; a venalidade da ciência escravizada ao domínio militar, então lavra a sentença funesta da humanidade terrícola conturbada, e que pouco a pouco ajusta-se ao cortejo de dores e desesperos já assinalados por todas as profecias milenárias.

Por isso, as nossas mensagens não só apontam a enfermidade do espírito terrícola, a obsessão ou feitiço tão indesejáveis, mas antes de tudo, aconselham e prescrevem aos homens atribulados o medicamento salvador urgente, que é oferecido pela terapêutica sublime do Evangelho de Jesus! Mas ainda há tempo de as criaturas de boa-vontade salvarem-se da corrupção total, e, também, livrarem-se da bruxaria tão nefasta, pois o feitiço, como um processo diabólico, medra na sombra, mas extingue-se na luz!

 

 

            PERGUNTA: – Qual é a função do boneco de cera no processo de bruxaria?

RAMATÍS: – A cera-virgem, produzida pela abelha, é uma substância fortemente impregnada do néctar das flores, ou seja, uma energia vigorosa e pródiga de éter-físico da Terra, elemento principal na prática de bruxaria. O feiticeiro, quando hábil e experimentado, modela o boneco de cera e o mentaliza com os traços fisionômicos da vítima, acrescentando-lhe cabelos, fotografias ou objetos de uso pessoal da mesma, a fim de firmar o processo negativo vibratório e também adotado na feitiçaria do sapo. Em seguida, cumprindo a trama de vingança requerida por encarnados ou espíritos desencarnados, o feiticeiro então espeta alfinetes no boneco de cera, na região correspondente ao mesmo órgão que deseja enfermar ou mutilar no enfeitiçado. Dali por diante, o processo enfeitiçante, feito à distância através do boneco, desenvolve-se recrudescendo a sua ação mortífera durante as fases de Lua Cheia, período em que excitam-se a vegetação, os vermes e humores, tornando as criaturas inquietas e excitadas. Mas esse trabalho tormentoso do feitiço ainda é ativado pelos espíritos malévolos adversos, os quais também se aproveitam do ensejo diabólico para exercer a sua desforra contra a vítima. 2

2 – Tal acontecimento é de fácil compreensão pelos ocultistas e clarividentes, porque o processo enfeitiçante estriba-se fundamentalmente no intercâmbio e na ação sutil que se processa através do Éter. Assim, entram em perfeita simbiose as energias que se vinculam aos duplos etéricos do boneco, dos alfinetes e principalmente da vitima da bruxaria.

 

PERGUNTA: – Esse enfeitiçamento através do boneco de cera, à distância, é sempre eficiente?

RAMATÍS: – Assim como o melhor “sujet” de hipnose é aquele que se mostra mais passível e sensível às sugestões de um hipnotizador, o melhor “sujet” para receptar a carga de enfeitiçamento feito à distância, também é a criatura enfraquecida no seu controle psíquico ou completamente dominada pelas paixões e vícios degradantes. O viciado é um fraco de vontade, um escravo do instinto inferior e infeliz sujet facilmente subjugado por outra vontade mais decidida. Mas se as paixões animais e os vícios aviltantes enfraquecem o controle do espírito e podem torná-lo vulnerável aos impactos enfeitiçantes e hipnóticos de feiticeiros hábeis, o seu fortalecimento ou libertação espiritual também pode ser conseguido através do recurso infalível do Evangelho do Cristo!

 

PERGUNTA: – Conforme verificamos, no caso do nosso vizinho, ele não tinha mais salvação, porque os alfinetes enterrados no boneco de cera já estavam enferrujados! Que significa isso?

RAMATÍS: – Em face de serem extremamente corrosivos os fluidos sobrecarregados de baixo éter-físico e projeta dos pelo boneco de cera embruxado, os quais são atraídos e absorvidos pela própria vítima, sob a regência da lei da física dos “vasos comunicantes”, eles tendem a enferrujar os alfinetes interpostos na sua passagem energética perniciosa. Os “pretos-velhos”, caboclos e outros entendidos, quando fazem desmanchos e verificam a existência de alfinetes enferrujados num trabalho de feitiçaria em bonecos ou peças Últimas femininas do período catamenial, sabem que a carga fluídica enfeitiçante lançada sobre a vítima já pode matá-la, ou, pelo menos, aleijá-la. O alfinete fixado no boneco de cera funciona à semell1ança de um excêntrico manômetro pois, realmente, ele marca a tensão ou o potencial da carga maléfica que por ali transita incessantemente.

 

 

 

PERGUNTA: – O feiticeiro também pode agir hipnoticamente sobre outra criatura, à distância, a ponto de incutir-lhe sugestões perniciosas ou até enfraquecer-lhe a vitalidade de certos órgãos?

RAMATÍS: – Evidentemente, tudo isso depende do maior poder hipnótico do feiticeiro e da menor resistência da vítima. Em verdade, se há criaturas que se deixam hipnotizar completamente por certos vícios ou paixões, a ponto de se confessarem impotentes para vencê-los, por que não seriam hipnotizadas por outra pessoa, tratando-se de uma vontade a serviço de uma razão poderosa? O cigarro, por exemplo, não é um cérebro que se impõe inflexivelmente obrigando o seu “sujet” a tragá-lo sob invencível automatismo?

Mas desde que um sapo, quando enfeitiçado, pode causar males à distância através de sua exsudação “bioelétrica” fluídica, é evidente que a vontade e a força mental de um feiticeiro, potencial vivo que raciocina, ainda pode atuar com mais eficiência e êxito. O pensamento, força vigorosa mesmo quando lançado a esmo, é carga destrutiva ou criadora, sob o controle e a vontade dinâmica de um homem ciente do seu poder! Quando manuseado por um mago experimentado no trato das debilidades humanas, então a energia mental transforma-se em dardo mortífero que fere à distância! No entanto, insistimos, a criatura evangelizada também se resguarda de tais prejuízos produzidos pelos maus pensamentos alheios, porque é de lei que a sombra não consegue ferir a luz!

 

PERGUNTA: – Há pouco dissestes que o enfeitiçamento através do boneco de cera pode ser comprovado pelo fenômeno comum de hipnose. Poderíeis explicar-nos isso?

RAMATÍS: – Qualquer hipnotizador experimentado e dispondo de um bom “sujet” poderá comprovar facilmente a ação de “controle-remoto” que o feiticeiro exerce através de um boneco de cera sobre certa pessoa enfeitiçada. De princípio, o hipnotizador deve convencer o “sujet” de que a sua energia vital ou o seu duplo etérico irá se transferir para o boneco de papelão, barro ou cera, de que dispõe no momento. Em seguida, coloca o referido boneco entre as mãos do “sujet”, ordenall1e, imperiosamente, a transferência vital ou prolongamento energético. Após essa providência, então convence o “sujet” de que há de sentir no seu próprio corpo carnal qualquer ofensa física que for feita em idêntica região do boneco saturado de sua vitalidade. O hipnotizador pode afastar-se do local com o boneco imantado, e qualquer toque que processar com um alfinete, logo será prontamente acusado pelo próprio “sujet” à distância. 3

3 – Nota do Médium: – Em nossas experimentações de hipnose efetuamos essa comprovação através de diversos “sujets”, os quais acusaram dores durante as espetadelas de alfinetes, e risos, quando fazíamos cócegas nos bonecos de papelão, em experiência. Em Curitiba, também assistimos aos extraordinários espetáculos de Fassmann, um verdadeiro mago na acepção da palavra, o qual entregava ao público um boneco de pano para ser alfinetado à vontade, enquanto sua esposa, no palco e de olhos vendados, acusava dolorosamente todos os golpes assinalados pelos espectadores. Sem dúvida, conforme nos ensina Ramatís, o fenômeno é plausível pela simbiose do duplo etérico do “sujet” interligado ao duplo etérico do boneco.

Essa experiência do boneco de papelão ser imantado vitalmente pelo duplo etérico de um “sujet” em hipnose comprova perfeitamente a realidade de semell1ante acontecimento praticado por feiticeiros e seus comparsas desencarnados. Assim como os toques praticados nos bonecos de tal experiência hipnótica transmitem e produzem reações semelhantes no corpo físico do “sujet” hipnotizado, obviamente, as decisões tomadas pelo feiticeiro num boneco de cera imantado com a vitalidade do enfeitiçado também repercutem e reagem com a mesma intensidade e força.

 

PERGUNTA: – Qual é a diferença entre o enfeitiçamento pelo sapo e pelo boneco de cera?

RAMATÍS: – O enfeitiçamento feito através do sapo objetiva atrasar a vida da vitima, fazendo-a sofrer vicissitudes e dificuldades sob a vingança de alguém. Mas, em geral, a bruxaria .praticada pelo boneco de cera pretende mutilar o enfeitiçado através de operações desnecessárias, acidentes trágicos ou até levá-lo à morte. O certo é que os candidatos à bruxaria. são estudados minuciosamente nos seus sentimentos, vícios e defeitos, e que possam fornecer as pistas vulneráveis para o mais eficiente embruxamento. Ademais, os espíritos veteranos costumam orientar e até participar das vinganças empreendidas pelos neófitos, ajudando-os nas suas ações malignas, e aconselhando qual seja o feitiço mais adequado a cada caso.

Há grande diferença entre a ação e os efeitos da bruxaria praticada através do boneco de cera e do sapo, cujas minúcias não comporta esta obra de advertência, mas implicam em efeitos trágicos diversos.

 

PERGUNTA: – Mas por que variam os tipos de enfeitiçamentos, quando a sua finalidade é sempre de prejudicar o próximo?

RAMATÍS: – Há criaturas suscetíveis de enfermarem sob a carga fluídica projetada pelo sapo atuado pelo sofrimento atroz; algumas cedem mais facilmente à ação maléfica projetada pelo boneco de cera, ou desorientam-se pelos impactos do éter-físico dos objetos embruxados. Outras resistem a qualquer processo de descarga fluídica gerada do mundo etéreo-físico, mas se rendem ao comando hipnótico de poderosos feiticeiros desencarnados.

As pessoas demasiadamente sugestivas e pessimistas são os alvos mais fáceis para a mira dos magos-negros experimentados em hipnose. Eles podem produzir-lhes doenças imaginárias pela sugestão telepática, despertando-lhes apreensões, temores e envenenando-lhes a mente ante a mais Ínfima vicissitude. Criam idéias fixas e “clichês” mórbidos nos seus “sujets” encarnados, fazendo-os bater de porta em porta, na esperança de curarem os seus males imaginários. Em certos casos, devido a uma hipnose obstinada e malévola, tais criaturas condicionam-se de tal modo ao comando enfermiço, que até parecem sentir-se protegidas entre as sombras e tristezas, na simbiose mórbida com os seus obsessores. Lembra o que acontece com os toxicômanos, que sabendo dos prejuízos e da infelicidade do seu vicio, só conseguem equilíbrio ingerindo as drogas viciosas. Há indivíduos cuja mente mórbida se alimenta sob tal pessimismo, que eles jamais abandonam o guarda-chuva, mesmo quando o céu se mostra azul e ensolarado.

Indubitavelmente, enquanto a carga de bruxaria adere facilmente à aura das criaturas demasiadamente pessimistas, ela encontra sólida resistência quando projetada sobre espíritos otimistas e sadios, cujo modo de pensar e viver eufórico espanca os fluidos mais enfermiços!

 

            PERGUNTA: – Qual foi a origem do feitiço através do processo do boneco de cera?

RAMATÍS: – Desde os tempos remotos, na luta pela sobrevivência, os mais fracos foram afastados da competição comum pelos mais fortes. Isso, então, os fez pensar num modo de evitarem uma luta física e desigual, adotando outra espécie de arma compensadora e capaz de ajudá-los à distância do adversário invencível. Através do metabolismo do éter-físico e sob a sugestão dos espíritos maquiavélicos, o processo de enfeitiçamento foi-se delineando palmo a palmo, e evoluindo nos sucessivos experimentos ritualísticos. Os feiticeiros, imbuídos do seu poder excepcional sobre o mundo oculto, então exercitaram-se até conseguirem os primeiros êxitos sobre os adversários mais fortes e sem necessidade de enfrentá-los pessoalmente.

Ante a dificuldade de mentalizar a figura dos guerreiros adversários e transformá-los em alvo direto das forças ocultas demolidoras, os primeiros bruxos aventaram a idéia de confeccionarem bonecos de pau e de barro, a fim de eles acumularem e depois retratarem a descarga eletromagnética destrutiva mobilizada durante o processo de bruxaria. A tribo reunia-se sob a pujança da Lua Cheia, cuja ação hipnótica e magnética alvoroça e eriça o lençol de fluidos astralinos na adjacência da Terra, e os pajés alinhavam os bonecos representativos dos inimigos impossíveis de serem derrotados numa luta física. Elevava-se o cântico guerreiro vibrando sob poderoso “mantran” coletivo, na sonoridade lúgubre, obstinada e implacável de mau agouro; em breve, forjava-se a egrégora guerreira alimentada pela substância mental virulenta, qual gigantesca ameba estendendo os seus pseudópodos fluídicos em direção às vítimas eleitas para o holocausto traiçoeiro.

Cada membro da tribo, minuto a minuto, noites após noites, descarregava a sua raiva e o seu ódio sobre o boneco esculpido na madeira ou modelado no barro, catalisando as suas forças destrutivas sob a excitação eletrizante da cerimônia bárbara e belicosa. Os guerreiros novos substituíam os guerreiros velhos e cansados; as pragas e maldições vibravam desde o romper do Crescente até o máximo apogeu da Lua Cheia, cujos fluidos maléficos se despejavam em cargas demolidoras sobre os bonecos representativos da tribo adversa. A fúria selvagem bramia acicatando o éter-físico do ambiente virulento, transformando-o na ponte oculta a transferir a carga mortífera gerada pela peçonha da mente vingativa.

Ao longe, repousando no silêncio da noite, a tribo adversa e desprevenida, confiante na sua força física e desprezando o recurso mórbido do enfeitiçamento dos fracos, ignorava a carga tenebrosa que se gerava num crescendo obstinado e a fluir pela cortina do éter, qual serpe em ondulações assustadoras. Então a tragédia começava, lenta mas inexoravelmente; os guerreiros fortes e sadios entonteciam e tropeçavam em aflitivos movimentos claudicantes, para depois caírem prostrados e exauridos por um vampirismo fluídico com que jamais logravam atinar. Anêmicos e vampirizados por vigoroso “quebranto”, tombavam ao solo como os arbustos decepados pela foice maligna de um gênio perverso. Em verdade, eram aniquilados por um punhado de bonecos de pau e de barro, grotescos e ridículos, mas que semeavam a morte inglória pela força do ódio e da vingança nutridos pelo fabuloso poder da mente humana!

Mas como tudo evolui no orbe terráqueo, os antiquados bonecos de madeira ou de barro também sofreram o desprestígio que é próprio das coisas superadas E os feiticeiros modernos os substituíram pelo.eficiente boneco de cera-virgem, de maior eficiência magnética e supercarregado do néctar das flores acumulado no mel, que se transforma numa fonte energética capaz de abater à distância um grande guerreiro civilizado!

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Índice de Magia de Redenção

Invocação às Falanges do Bem
Duas palavras
Explicação necessária
Prefácio
Palavras de Ramatís
1. Considerações sobre o feitiço
2. Enfeitiçamento verbal
3. Enfeitiçamento mental
4. Enfeitiçamento por meio de objetos
5. Enfeitiçamento por meio do sapo
6. Enfeitiçamento por meio do boneco de cera
7. Enfeitiçamento por meio de metais organogênicos
8. Enfeitiçamento por meio da aura humana
9. O uso do cabelo na feitiçaria
10. O mau-olhado
11. O uso de amuletos e talismãs
12. Benzimentos e simpatias
13. As defumações e as ervas de efeitos psíquicos
14. A importância dos ritos, cerimónias e conjuros
15. A influência das cores na feitiçaria
16. Os males do vampirismo
17. O feitiço ante os tempos modernos
18. O feitiço e o seu duplo efeito moral