Magia negra com sapo

Magia negra com sapo.

Capítulo 5

Enfeitiçamento por meio do sapo
(Magia negra com sapo )

 

PERGUNTA: – Por que motivo é tão comum encontrarmos o sapo com a boca impiedosamente costurada e o ventre contendo objetos e coisas das vítimas enfeitiçadas?

RAMATÍS: – O sapo é considerado pelos feiticeiros um excelente condensador vivo, “bioelétrico”, para o melhor êxito da magia negra endereçada a determinada pessoa. O seu sistema vital-nervoso é poderosíssimo captador de energias etereomagnéticas do ambiente e das pessoas, assim como o filtro de pedra absorve e retém os detritos deixados pelas águas poluídas. O sapo enfeitiçado condensa os fluidos densos que vibram em torno de si, mas, depois, ele os degrada pelo abaixamento vibratório, durante a sua função de aparelho vivo de filtração mórbida. Acicatado pelo sofrimento, ele exala uma aura fluídica residual enfermiça no meio ambiente onde o situam, essa atmosfera magnética, densa e viscosa, alimenta a fauna psíquica inferior para atuar positivamente no plano material. A atmosfera eletromagnética inferior irradiada pelo sapo e potencializada pelo feiticeiro, depois transforma-se num lençol corrompido e nutritivo de miasmas, embriões, bacilos, larvas e elementos primários do astral inferior.

Os objetos colocados nas entranhas do sapo, furtados à própria vítima do enfeitiçamento, funcionam como “canais psíquicos” ou “pontos” de referência, congregando as correntes de maus fluidos que se projetam em direção à aura do embruxado, sob a própria lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”! Esses fluidos buscam, naturalmente, a aura da vítima da bruxaria, através dos endereços vibratórios que são dispostos para tal malefício.

 

            PERGUNTA: – O que significam “endereços vibratórios” da vítima do feitiço?

RAMATÍS: – O feiticeiro submete o sapo ao processo de “eletrização”, mas o faz no sentido de transformá-lo num campo magnético subversivo. Em seguida, coloca-lhe no ventre os objetos roubados ou desmaterializados da vítima, como botões, fragmentos de cigarros, fotografias, cabelos, moedas, medalhas, abotoaduras, anéis ou agulhas, que estão impregnados do éter-físico da mesma. Esses objetos servem de veículo, elo ou endereço vibratório para projetar os impactos do feitiço, e que vibram nas entranhas do sapo na freqüência comum do seu próprio dono. Eles induzem ou orientam, qual o objetivo a que devem projetar-se as correntes fluídicas enfermiças produzidas pelo sofrimento atroz do sapo!

Semelhante à lei física que disciplina o fenômeno dos vasos comunicantes, os fluidos algo densos emitidos pelo sapo e acasalados às emanações dos objetos da vítima tendem a buscar a sua fonte original num circuito fechado e de resultados perniciosos. Os “endereços vibratórios”são os próprios objetos da vítima colocados no ventre do sapo e que funcionam à guisa de “cartão de visita” do seu portador!

 

PERGUNTA: – De que modo os fluidos atraídos pelo sapo podem formar as correntes fluídicas nocivas, que depois se orientariam em direção à vítima do enfeitiçamento?

RAMATÍS: – Explicamos, alhures, que os objetos de feitiçaria impregnados das emanações etereoastrais da vítima funcionam à guisa de uma bússola indicando a direção onde se encontra a mesma. O sapo enfeitiçado ou “eletrizado”, em sua natureza bioelétrica muito acentuada devido ao sofrimento produzido pelos objetos colocados em suas entranhas, então condensa e atrai os fluidos de eletricidade primária existentes no ambiente. Em virtude de encontrar-se com a boca costurada, ele concentra-se num espasmo mórbido cruciante, e depois afrouxa o sistema nervoso projetando à distancia a carga fluídica deletéria, a qual é facilmente atraída pela aura do próprio enfeitiçado.

O sapo, depois de preparado para a excêntrica função de “condensador e transformador” vivo, torna-se o alicerce enfermiço para o feiticeiro controlar a vítima tão satisfatoriamente, conforme hoje é tão comum usar-se o controle remoto!

 

PERGUNTA: – Não seria um verdadeiro equívoco da Natureza essa estranha característica de o sapo funcionar como um condensador vivo e mórbido, reduzindo e modificando as vibrações salutares da pessoa enfeitiçada para uma freqüência enfermiça?

RAMATÍS: – Evidentemente, Deus não criou seres nem forças destinadas especificamente a processos de enfeitiçamento humano, assim como o atomismo das coisas do mundo nada tem a ver com o arrasamento de cidades e aniquilamento de milhares de criaturas pelo crime da bomba atômica. Isso é próprio da criatura humana primária e daninha, que subverte o sentido benéfico das coisas criadas para o bem comum, atribuindo-lhes funções destruidoras. A mesma pólvora que rompe as rochas para o calçamento de ruas e construção de alicerces para os lares terrícolas também pode transformar-se em arma terrível para esfrangalhar a mocidade do mundo, nos campos de guerra; o barco generoso, que a Divindade inspirou para o domínio das águas, o homem o transformou em cruzadores, destróieres e lança-minas mortíferos; o avião, como a ave-de-aço fraterna destinada a unir os continentes, tornou-se o monstro alado a vomitar ovos de fogo sobre mulheres, crianças e velhos! O próprio rádio, que introduz nos lares a música cariciosa e a informação amiga, também se transforma em instrumento de morte, ordenando o massacre de criaturas e o afundamento de navios pacíficos!

Em conseqüência, certas disposições naturais magnéticas, elétricas, vitais e orgânicas de vegetais, minerais e animais, como no caso do sapo, servem de recursos maléficos para os homens praticarem atos criminosos. Assim, enquanto o médico serve-se do sapo em experimentos de laboratório, tentando melhorar as condições sanitárias do ser humano, e o técnico da lavoura o cria para a exterminação das lagartas destruidoras, o feiticeiro diabólico o sacrifica semeando o sofrimento mediante a utilização de suas qualidades “eletromagnéticas”!

Em sentido oposto, inúmeros venenos extraídos de serpentes e aranhas, ou o arsênico, que fez tanto sucesso entre certos imperadores romanos e consagrou a arte diabólica dos Bórgias, hoje são elementos terapêuticos usados pela medicina terrena. O sapo, portanto, não foi criado com a função mórbida de condensar miasmas, larvas, bacilos e germens do astral inferior sobre as criaturas embruxadas, mas o homem, perverso e daninho, é que lhe impõe destino tão inglório!

 

PERGUNTA: – Mas o sapo é o único animal adequado para o processo maléfico de enfeitiçamento?

RAMATÍS: – Inúmeros animais, reptis, insetos e até os seres humanos, podem prestar-se satisfatoriamente para as operações de magia negra e servirem como condensadores vivos ou pontos de apoio dinâmico para formar a bruxaria. Através deles, a natureza expele e filtra a sua energia telúrica, na forma de magnetismo vivo em várias freqüências vibratórias, servindo, infelizmente, para fundamentar as habilidades condenáveis dos feiticeiros.

Existem aves que a voz corrente do povo chama de “azaradas”, porque o seu metabolismo magnético depressivo é capaz de modificar rapidamente o meio ambiente fluídico. Enquanto a arara e a araponga são verdadeiras espancadoras de fluidos deteriorados, a coruja e o morcego funcionam como ímãs vivos atraindo as emanações enfermiças errantes do astral inferior. Mas, apesar do grande número de animais, aves e reptis de magnetismo favorável à bruxaria, ainda é o sapo, na sua indumentária mórbida e repulsiva, o ser que melhor se presta às combinações pervertidas do enfeitiçamento.

O homem ainda não se utilizou das faculdades e dos dons magnéticos de todos os insetos, aves e animais para fins ignóbeis, porque ele ainda não conseguiu identificar tais poderes inusitados. Felizmente, o feiticeiro preocupou-se tanto com o sapo, que esqueceu o morcego, bem mais propício ao feitiço, porque tem o sangue quente quando em atividade; e o esfria quando em repouso. O morcego alcança a hibernação mais rapidamente do que outros mamíferos e pode ser colocado facilmente numa geladeira, porque adormece quando cai a temperatura do seu corp9 e o seu coração afrouxa o ritmo de 180 batidas por minuto. E animal muito mais resistente do que o sapo e pode viver com o coração parado; tem vida longa e vence fenomenalmente as piores moléstias, repelindo o contágio da raiva e as infecções de quaisquer vírus.

É o único mamífero com o poder de voar, podendo carregar duas vezes o seu próprio peso; embora cego, emite pulsações ultra-sônicas auscultando os sons através dos dedos, no conhecido fenômeno de radar ou sonar. Estranhamente os feiticeiros optaram pelo sapo no processo de enfeitiçamento, desinteressando-se do morcego, um dos mais positivos potenciais vivos de magnetismo e eletricidade biológica.

 

PERGUNTA: – Supomos que a cobra ainda seja melhor condensador de enfeitiçamento, pois esse réptil eletromagnético pode fascinar pássaros e até animais de pequeno porte. Que dizeis?

RAMATÍS: – Realmente, a cobra é um réptil fortemente eletromagnético, mais vibrátil do que o sapo, pois consegue fulminar os insetos que transitam no raio de ação tóxica emanada de sua aura. Ela hipnotiza pássaros à distância, os quais marcham desesperadamente para o seu fim trágico sem poderem livrar-se da triste sorte que os espera.

Mas a cobra é mais propriamente um cabo elétrico, vivo, e que, devido à sua configuração linear, escoa as suas energias rapidamente pela cauda, no processo vulgar de “fio-terra”, obediente à lei de que a eletricidade foge pelas pontas. Nessa forma de cabo-vivo, a cobra é um condutor instável de eletricidade e magnetismo, sem poder funcionar como um depósito fluídico que possa corromper a carga absorvida no processo de enfeitiçamento. Mas o sapo, devido à sua forma anatômica de “concha viva”, retém e conserva os fluidos absorvidos do ambiente, os quais se decompõem por falta de renovação, assim como a água da cisterna deteriora-se por falta de uso. O fluxo do éter-físico primário converge para o sapo na sua forma excêntrica de condensador elétrico, e ali polariza-se, formando uma aura magnética mórbida, em vez de fugir pelas extremidades, como é peculiar à forma linear da cobra.

O metabolismo nervoso do batráquio sobrecarregado de eletricidade biológica estabelece uma espécie de “reação em cadeia”, por atrito, e que o torna um chamado “campo dielétrico”, capaz de acumular energias negativas. Mas, pela lei dos pólos contrários, ele então atrai sobre si as cargas positivas trabalhadas pelo feiticeiro. Aliás, a rã, parenta próxima do sapo, serviu a Galvani para comprovar a existência da eletricidade animal. Ademais, o sapo é resistente à falta de alimentação, sobrevive distante do seu “habitat” natural, adapta-se facilmente às modificações térmicas e climáticas, pois é animal cuja vida se nutre do gás metano dos pântanos fétidos. Imperceptível ao olfato humano, é dificilmente identificável; o sapo se defende pelo mecanismo “sui generis” de exsudar líquido corrosivo e permanece longo tempo no lugar em que o colocam, assegurando êxito para o feiticeiro, em face da peculiaridade de “condensador” vivo capaz de baixar as vibrações defensivas do enfeitiçado!

 

PERGUNTA: – Poderíeis dar-nos uma idéia dessa natureza eletromagnética do sapo, que o faz agir à distância e causar danos por estar enfeitiçado?

RAMATÍS: – O sapo atua, à distância, sobre o incauto besouro que revoluteia em torno de um foco de luz e o atrai, impiedosamente, para dentro de sua boca aberta. Qual é a força que atua sobre esse inseto imprudente, conduzindo-o para a boca do sapo, senão a força “bioelétrica” ou a capacidade atrativa do magnetismo animal? Do sapo, ao local em que voeja o besouro desprevenido, distam por vezes alguns metros; mas o batráquio, agindo quase em transe hipnótico e sem tocar fisicamente, consegue arrastar a vítima para a sua garganta famélica.

Evidentemente, o sapo é um centro animal poderoso e atrativo a exsudar uma potencialidade magnética, que cientificamente excitada e previamente preparada pelo feiticeiro armazena energias maléficas transformando-as num foco de emanações fluídicas pestilenciais. Habilmente colocado sob o soalho, na adjacência das residências humanas, enterrado no caminho por onde as vítimas devem passar ou deixam seu rasto magnético, o infeliz batráquio exacerbado pelo sofrimento que lhe é imposto sacrificialmente, então, excita os seus espasmos “bioelétricos”, desempenhando a função mórbida de um núcleo vivo de atração de forças psíquicas adulteradas. Suportando nas entranhas, a carga de objetos surripiados à vítima do enfeitiçamento, é ele o torturado dínamo vivo que, através da lei de que os semelhantes atraem os semelhantes, aumenta a cota de energia inferior em direção ao enfeitiçado.

 

PERGUNTA: – Mas como o sapo pode provocar doença e como a transmite?

RAMATÍS: – A atmosfera magnética condensativa, do sapo, sob o preparo dinâmico e mental do mago-negro, é alimento energético vital para os germens aeróbios, disseminados em torno de vós e invisíveis aos olhos humanos. Na adjacência do batráquio enfeitiçador, o astral se corrompe, decai vibratoriamente e se transforma paulatinamente em visco de letargia etereomagnética. Proliferam, então, as formas psíquicas inferiores; nutrem-se desse visco as bactérias astrais e “baixam” para o plano objetivo, material, decaindo em suas vibrações. Os objetos colocados nas estranhas do sapo formam o rasto magnético para as coletividades patológicas, que emigram em nuvens, atraídas pela aura densa daquele que foi enfeitiçado.

Essas larvas, bactérias, miasmas, energias degradantes e vibriões psíquicos, incessantemente alimentados pela exsudação fluídica do sapo, à distância, seguem a corrente fluídica orientada pelos “endereços vibratórios” e penetram, pouco a pouco, na aura do enfeitiçado, atingindo-lhe as vias de acesso fisiológico através do campo endocrínico e do sistema nervoso.

 

PERGUNTA: – Como é que o feiticeiro potencializa as forças degradantes no sapo ou nos objetos que servem no processo de enfeitiçamento?

RAMATÍS: – E de senso comum que no mundo “nada se cria e nada se perde, mas tudo se transforma”. Em todos os processos da criação do Universo, a soma de energia livre ou aprisionada nas formas físicas mantém-se constante, pois afora de Deus ninguém pode aumentar ou diminuir a energia cósmica. Ela existe hoje em quantidade igual à que existia há milhares de anos e há de existir, no futuro, sem a perda de um só átomo, sempre à disposição de todos os seres e segundo a sua capacidade e entendimento.

O Universo é um oceano infinito de Prana ou Fluido Vital, que através do Éter flui e dissemina-se por todas as formas e seres, nutrindo, dinamizando e aperfeiçoando as diversas manifestações de vida. O Éter Cósmico, a substância virgem e transmissível do Prana, exsuda-se, depois, através dos orbes e da natureza mineral, vegetal e animal, na forma de éter-físico e atendendo às necessidades conforme o progresso no momento. Através desse éter-físico, que funciona hermeticamente entre o mundo material e o mundo espiritual, o homem vem conhecendo as diversas manifestações da Energia Cósmica original, como o som, a luz, o calor, o magnetismo, a eletricidade, e ultimamente já ausculta o próprio éter na sua função intermediária cósmica. A verdade é que ele só descobre novas modalidades energéticas ou freqüências vibratórias mais sutis e afins a cada plano de vida, à medida que também desenvolve a mente e melhora a técnica da experiência humana. .

Mas, como o cientista terreno despreza, comumente, as informações salutares do clarividente – pioneiro que avança prematuramente mundo adentro – deixa de realizar sua conquista e obter soluções mais certas no imponderável, como é o caso da existência fundamental do éter- físico em todas as manifestações fenomênicas da vida nos orbes físicos. Enquanto a Ciência do mundo não atingir o âmago energético do Éter, jamais terá a solução completa de todos os fenômenos, acontecimentos, superstições, crendices, magia, feitiço, hipnose, transe ectoplásmico, anestesia, radiestesia, psicometria e inúmeros fatos que são do âmbito dos espiritualistas devotados ao estudo técnico do ocultismo.

Através do éter-físico, que por sua vez exsuda-se do Éter Cósmico e macula-se na sua fluência planetária, é que os feiticeiros potencializam no sapo ou nos objetos as forças degradantes que depois atuam prejudicialmente nos enfeitiçados. Eles utilizam-se do sapo como um projetor vivo, que atrai e converge fluidos etéreos e magnéticos previamente eletrizados, o qual então funciona à guisa de eficiente holofote. Sabem os cientistas que uma lâmpada possante acesa no alto de uma torre, apesar dos seus milhões de velas, jamais alcançará a mesma distância quilométrica conseguida facilmente através de um holofote, que é um centro convergente e projetor de luz. O sapo, portanto, imita tal fenômeno, qual holofote vivo que concentra fluidos energéticos de baixa freqüência do meio ambiente e depois os projeta, num jato vigoroso, na direção da vítima.

 

PERGUNTA: – Gostaríamos de melhores esclarecimentos quanto à estranha faculdade do sapo, que além de captar fluidos do ambiente onde é situado e torná-los enfermiços, ainda os projeta à distância sobre a pessoa enfeitiçada.

RAMATÍS: – Explicamos que o homem é um núcleo “bioelétrico” poderoso, exsudando através das auras física, vital, astral e mental, forças e partículas radioativas, que deixam rastos e pistas do seu éter-físico em todos os lugares por onde passa, vive ou toca. Ele é um campo magnético “eletroanimal”, emitindo e recebendo cargas positivas ou negativas, cujas reações variam conforme o seu potencial energético em atividade no momento. Semelhante a um ímã vivo que atrai as limalhas de ferro pela sua ação magnética, o homem também converge energias para si mesmo, quando são projetadas de longa distância. Em conseqüência, o feiticeiro dinamiza um campo vivo magnético, desfavorável e hostil, o qual serve para imantar as energias deletérias ou enfermiças do meio, transformando-se na fonte de carga nefasta a ser projetada sobre a vítima determinada para a bruxaria.

O sapo então presta-se otimamente para a função de”detonador vivo” dessa operação maléfica, pois é de sua natureza tanto emitir como atrair fluidos do mundo oculto, além da excêntrica faculdade de torná-los tão enfermiços e nocivos, conforme seja o grau de seu sofrimento. Depois do preparo maléfico do feiticeiro, ele capta as forças magnéticas do meio ambiente onde é situado, filtrando-as através dos objetos da vítima colocados em suas entranhas. Sob a lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”, esses fluidos funestos e agressivos convergem sobre o enfeitiçado e produzem em torno dele uma cortina fluídica de baixa freqüência vibratória, que o isola das boas intuições e sugestões espirituais, mas o deixam vibratoriamente à mercê de orientações malévolas de espíritos a serviço do feiticeiro.

 

PERGUNTA: – Poderíeis dar-nos algum exemplo mais concreto desse acontecimento tão prejudicial?

RAMATÍS: – Comumente, as pessoas enfeitiçadas queixam-se de que sua vida ficou “azarada”, pois tudo vai para trás, num tal desacerto, que se pusessem uma fábrica de bengalas, provavelmente, as criaturas nasceriam sem as mãos! Outros lastimam que após associarem-se a negócios que navegavam de vento em popa, estes depois caíram por terra com lamentáveis prejuízos. Então, sentem-se desorientados e suas intuições falham fragorosamente, enquanto multiplicam-se, dia a dia, as vicissitudes, os equívocos, as decisões imprudentes e os negócios funestos. Há acidentes no lar, doenças súbitas, intrigas, descontroles mentais e emotivos.

Mas o fenômeno explica-se no campo espiritual, pois em face da presença do lençol denso de magnetismo subvertido a pairar no ambiente do lar, que é exalado pelo sapo à guisa de projetor ou holofote vivo e maléfico de reação contínua, em tal caso os guias não conseguem transmitir aos seus pupilos as intuições favoráveis e advertências salutares. No entanto, os espíritos malfeitores, viciados e zombeteiros, sentem-se à vontade na cortina densa dos fluidos mórbidos e conseguem impor facilmente as suas orientações subvertidas ao enfeitiçado através desse campo vibratório inferior.

Embora nem tudo o que acontece na vida humana seja conseqüência de um sapo projetando maus fluidos, também pode ser fruto de um carma gravoso ou da imprudência humana, pois quase sempre há fundamento de bruxaria, nas queixas e lamentos de pessoas desanimadas ou desesperadas ante as vicissitudes intermináveis e o “azar” obstinado, que lhes turba implacavelmente a existência humana. O feitiço ainda é um acontecimento comum na vida dos terrícolas, porque tratando-se de espíritos primários, tanto os encarnados como os desencarnados são fontes permanentes de bruxaria oriunda do seu descontrole mental, precipitações emotivas e desejos insofreáveis, que alimentam a cobiça, a agressividade verbal e ativa forças inferiores!

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Índice de Magia de Redenção

Invocação às Falanges do Bem
Duas palavras
Explicação necessária
Prefácio
Palavras de Ramatís
1. Considerações sobre o feitiço
2. Enfeitiçamento verbal
3. Enfeitiçamento mental
4. Enfeitiçamento por meio de objetos
5. Enfeitiçamento por meio do sapo
6. Enfeitiçamento por meio do boneco de cera
7. Enfeitiçamento por meio de metais organogênicos
8. Enfeitiçamento por meio da aura humana
9. O uso do cabelo na feitiçaria
10. O mau-olhado
11. O uso de amuletos e talismãs
12. Benzimentos e simpatias
13. As defumações e as ervas de efeitos psíquicos
14. A importância dos ritos, cerimónias e conjuros
15. A influência das cores na feitiçaria
16. Os males do vampirismo
17. O feitiço ante os tempos modernos
18. O feitiço e o seu duplo efeito moral