Amuletos e talismãs

Capítulo 11

O uso de amuletos e talismãs

 

PERGUNTA: – Achamos que é crendice ou superstição certas pessoas usarem um pequeno frasco de mercúrio como amuleto ou talismã contra maus fluidos!

            RAMATÍS: – Sem dúvida, um singelo frasco de mercúrio junto ao corpo é de pouca eficiência, caso o seu portador continue a produzir maus pensamentos e sentimentos ruinosos ao próximo! 1 Conforme a lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”, os maus pensamentos atraem maus pensamentos. No entanto, os antigos magos não eram apenas cientistas conhecedores de todas as leis e forças do mundo oculto, mas seriam ótimos psicólogos e psiquiatras na atualidade. Os seus talismãs e amuletos funcionavam como verdadeiros acumuladores de forças magnéticas, não só imunizando o campo áurico do indivíduo, como ainda captavam ou dispersavam os fluidos projeta dos contra o perispírito humano. A pessoa convicta de possuir poderoso amuleto, que a livrava das ofensas fluídicas inimigas, também se revigorava psiquicamente, tal qual o homem moderno sente-se mais seguro, quando atravessa região inóspita, de arma à cinta!

1 – Como a homeopatia é um campo de energia dinamizada de certa substância, erva ou tóxico, os médicos homeopatas têm observado que se curam mais rapidamente as pessoas que costumam carregar junto ao corpo as doses em uso. Aliás, todas as coisas e seres produzem eflúvios e ondas eletromagnéticas havendo combinações salutares ou enfermiças, o que nos induz a pesquisar atentamente a propalada “superstição” dos amuletos e talismãs. Não é difícil a ciência encontrar neles, no futuro, algum fundamento científico!

 

PERGUNTA: – Mas existe algo de extraordinário no mercúrio que o torne um dos amuletos mais comuns?

RAMATÍS: – O mercúrio sempre foi considerado um metal de extraordinária afinidade com o homem, pois acusa facilmente, aos psicômetros e radiestesistas, as diversas variações na circulação do éter-físico, através do duplo etérico, o qual relaciona o perispírito com o corpo físico. Era considerado pelos magos antigos um metal que catalisa o prana ou a “força viva” dos corpos, para o crescimento e a maturidade, agindo pelo corpo etérico dos vegetais e minerais. Ademais, a sua composição química é fortemente influenciável pela força gravitacional da Lua e pelos eflúvios astralinos dos orbes mais próximos da Terra. É o único metal líquido à temperatura ordinária e que se dilata com absoluta regularidade; é o único dissolvente físico de metais, formando . ligas ou amalgamas com a maioria deles. Em dispersão coloidal, era empregado desde a Idade Média na forma de pomada contra as doenças da pele e parasitárias, isto é, enfermidades predominantemente de origem miasmática, psíquicas e próprias do descenso vibratório de germens ocultos do mundo astralino! A peculiar constituição física do mercúrio, como “intermediário” entre o estado líquido e sólido, lembra perfeitamente a importante função do duplo etérico humano, que une o mundo oculto através do perispírito ao mundo material do corpo carnal! Assim como o duplo etérico exerce a sua ação exatamente no limiar onde termina o mundo espiritual e principia o mundo material, o mercúrio age também na fronteira do reino líquido e do reino sólido!

Não é apenas um metal extraordinariamente sensível à pressão barométrica e à temperatura, utilíssimo para a confecção de barômetros, termômetros e manômetros; mas os antigos já o usavam magneticamente preparado para assinalar as variações do éter humano e a natureza das projeções mentais e emotivas alheias. 2 O próprio nome do mercúrio, originário do latim, quer dizer “mensageiro dos deuses”! Há, portanto, muita lógica e procedência no seu uso peculiar, como um dos mais sensíveis barômetros e amuletos de registro das manifestações dos campos magnéticos da vida oculta.

2 – No reino vegetal, a arruda possui qualidades algo semelhantes ao mercúrio, quando funciona à guisa de um “barômetro vegetal”, revivescendo na sua cor e aspecto sadio, quando sob bons fluidos, e amarelecendo sob os fluidos ruins.

 

PERGUNTA: – Então há fundamento no uso de talismãs, amuletos e orações, que são considerados recursos protetores entre as pessoas mais supersticiosas?

RAMATÍS: – Os amuletos e talismãs, quando realmente dinamizados por magos experientes, obedecem aos mesmos princípios dos minerais radioativos, mas a sua ação é mais vigorosa e específica no campo etéreo-astral invisível aos sentidos humanos. Enquanto há substâncias de emanações terapêuticas, como a cânfora, a hortelã e inúmeros sais medicinais, ou pedras preciosas de aura benéfica e sedativa, como a safira e esmeralda, também existem os corpos de radiações danosas, como o rádio, cujas emanações provocam a radiotermite, ou o chumbo, cuja aura provoca envenenamentos e cólicas abdominais. Determinados veios minerais radioativos situados no subsolo das residências humanas são responsáveis por certos tipos de varizes, cânceres leucêmicos, tumores, paralisias, anemias perniciosas e até perturbações emotivas, como é o caso da irradiação do ouro, que além de excitantemente cobiçosa, provoca estímulos suicidas na terapia injetável. As poeiras radioativas, que permanecem em suspensão após as explosões atômicas, atuam com intensidade em certos indivíduos, enquanto são pouco ofensivas a outros, demonstrando que no caso das radiações nocivas varia a própria defesa instintiva ou específica de homem para homem! Apesar de invisível aos sentidos. físicos, a radiação atômica ataca o fenômeno da hematopoese na medula óssea, provocando forte anemia leucêmica devido à redução dos glóbulos vermelhos. 3

3 – Nota do Médium: – Acerca dessa diferença de proteção instintiva e natural do corpo humano, de indivíduo para indivíduo, lembro-me de um garçom, natural da Espanha, o Sr. Z. M., que resistia tranqüilo e sorrindo ao impacto de 1000 volts de carga elétrica, sem acusar qualquer anomalia exterior.

Existe no homem uma “defesa radioativa” natural, que provém do seu duplo etérico e do próprio campo eletromagnético de minerais organogênicos, como ferro, cádmio, cobre, chumbo e outros de traços conhecidos. Alguns indivíduos são bioeletricamente mais ou menos defensivos ou influenciáveis pela lei da gravidade, pelos raios infravermelho, ultravioleta, magnetismo lunar, impactos cósmicos, e, principalmente, pela ação astrológica exerci da nos minerais da circulação sangüínea. Já nos referimos, nesta obra, a pessoas cujo astro dominante ou ascendente de nascimento as imuniza contra a aura tóxica e radioativa do vegetal “pau-de-bugre”, enquanto outras, por culpa do astro desfavorável, precisam até de médico para solucionar-lhes os graves distúrbios alérgicos semelhantes aos edemas de Quink. A aura das pessoas de bom ascendente astrológico é imune ao chicoteamento etérico do “pau-de-bugre”, enquanto as opostas absorvem a carga magnética violenta desse vegetal e altera-se imediatamente o seu metabolismo endocrínico. Poder-se-ia dizer que tais criaturas já possuem inatamente o seu amuleto radioativo e capaz de espancar ou eliminar os maus fluidos, enquanto outras socorrem-se de talismãs ou berloques de minerais, para então gozar da mesma imunidade.

 

PERGUNTA: – Como se exerce essa ação dos minerais no sangue, em concomitância com as emanações radioativas do exterior?

RAMATÍS: – Inúmeros minerais disseminados pela circulação sangüínea podem exercer função benéfica ou maléfica, conforme o ascendente biológico do indivíduo, pois tanto reagem contra os impactos radioativos do mundo exterior, como podem sintonizar-se aos mesmos, produzindo a saturação ou sedimentação sangüínea, dando origem a certas doenças imprevistas.

Mas é no plano oculto e imponderável que essa ação se exerce com mais vigor, pois o magnetismo ou fluido vital do homem existe nos objetos, vegetais, frutos e minerais que o cercam. Em torno de todas as coisas do mundo material, permanece uma certa aura radiante, magnética e invisível à visão comum. É tão evidente a aura exalada das coisas e seres, que os sensitivos podem sentir e distinguir, de olhos vendados, a natureza do ambiente de um matadouro, pela irradiação tétrica ali gerada no massacre dos animais, como a atmosfera de uma igreja, cujo suave magnetismo evola-se das orações e devoções à Divindade.

Tudo isso nos revela e confirma a existência das auras boas ou más, benéficas ou maléficas, saudáveis ou enfermiças, ternas ou agressivas, vitalizantes ou debilitantes, que se evolam dos seres e das coisas do mundo. São auras que ainda podem ser alteradas, reforçadas ou violentadas por outras cargas de magnetismo bom ou mau, irradiado de objetos preparados como são os amuletos e talismãs!

 

            PERGUNTA: – Há algum fundamento na boa ou má influência de, uma jóia?

RAMATÍS: – A psicometria, habilidade psíquica de descrever o curso de certos objetos e coisas através de vários donos e ambientes, fundamenta-se nos acontecimentos impressos no corpo etérico ou duplo etérico desses objetos. 4

4 – Nota do Médium – Certa vez, o Sr. D. G. meu particular amigo, presenteou-me com um atraente objeto, espécie de camafeu lavrado com a figura de uma entidade hindu, esculpido em jade e olhos confeccionados em topázio, o qual poderia servir de pregador de gravata ou enfeite feminino. Mas sentia-me inquieto ao usar aquela jóia, invadido por estranho temor, até que a submeti ao exame psicométrico em contato com a região etérea da glândula pineal. Não tardei em perceber, no éter refletor da mesma, um tipo de mascate negro, de turbante, que negociava bugigangas e depois presenteava certas pessoas com o pregador que eu examinava. Esfumada esta cena, eu via o comprador europeu ser assassinado com afiado punhal cortando-lhe a garganta, por outro negro hindu, enquanto um companheiro tolhia a vítima. E assim, por diversas vezes, a jóia voltava ao mascate e servia, novamente, para indicar os turistas ricos, que depois eram degolados e roubados em seus bens pelos comparsas do mesmo.

Trecho extraído da obra Voltei, de Irmão Jacó, página 33, que assim diz com relação ao mesmo assunto: “Mais tarde, vim a perceber que os objetos de nosso uso pessoal emitem radiações que se casam às nossas ondas magnéticas, criando elementos de ligação entre eles e nós, reclamando-se muito desapego de nossa parte, a fim de que não nos prendam ou perturbem”.

Muitas jóias permanecem saturadas de sentimentos de inveja, cobiça, avareza ou de irritação, durante centenas de anos, conservando as impregnações físicas e mentais de seus possuidores já desencarnados. Essas jóias emitem raios gravitacionais que penetram e se fixam no campo áurico do seu portador, assim como as cargas magnéticas projetadas pelo feitiço atingem a delicadeza do sistema nervoso e endocrínico humano, formando reações maléficas com outras substâncias intensamente radioativas. Atuam no campo emotivo e predispõem os seus novos donos a sentirem as mesmas desarmonias psíquicas que eram peculiares aos antigos proprietários. Os grandes iniciados ocultistas desaconse1ham a aquisição de objetos ou jóias, de outras pessoas que tenham sido desventuradas, e os novos donos sofrerão as conseqüências perniciosas conforme o seu grau de sensibilidade. .

Há certo processo de magia capaz de limpar ou purificar a aura desses objetos de segunda mão, mas isso é operação que exige a mobilizarão de recursos radioativos emanados do duplo etérico de certos minerais e ervas odorantes de auras fortemente agressivas ou ativas, limpeza que também obedece a determinado horário astrológico favorável.

Há fundamento lógico e científico no preparo de amuletos e talismãs, quando isso é feito por meio de magos autênticos, que sabem dinamizar o magnetismo vital concentrado pelo éter físico nas auras dos objetos, tornando-os campos dispersivos e neutralizantes de emanações emotivas e eflúvios mentais nocivos. É óbvio que tais objetos de acumulação fluídica ou “eletrizados” no seu eterismo físico não conseguirão afastar os acontecimentos inevitáveis e determinados pelo vosso carma purificador. A nossa finalidade é demonstrar o fundamento científico ou vibratório de tais coisas, também submissas à lógica das leis evolutivas, pois os amuletos e talismãs tanto despertam estados eufóricos nas pessoas mais sensíveis, como exercem determinada profilaxia magnética em torno do duplo etérico do homem. Há crendices positivas e há crendices negativas; os cientistas modernos podem desconfiar dos amuletos e talismãs, assim como os selvagens ficam com o direito de duvidar de que o poderoso raio lançado por Tupã possa ser captado e aprisionado pelo homem através do pára-raios! Aliás, cremos que é bem mais lógico atrair e dispersar eflúvios produzidos pela mesma lei de correspondência vibratória, do que uma haste de aço laçar e prender o corisco!

 

            PERGUNTA: – Mas existe alguma diferença específica entre amuleto e talismã?

RAMATÍS: – Ambos são objetos de formas extremamente variáveis e feitos com substâncias diversas, espécie de acumuladores de energias magnéticas dinamizadas por entendidos.

Eles catalisam ou dinamizam pela sua composição etérica o campo benéfico de defesa fluídica dos seus portadores. Há pequena diferença de interpretação entre ambos, pois os talismãs eram confeccionados com o fito exclusivo de criar uma aura protetora em torno do seu possuidor, para então ressarcir os impactos de fluidos perniciosos. Aos amuletos cabia a função de absorver as emanações maléficas e evitar a sua disseminação etérica na aura do seu portador.

O talismã era exclusivamente “defensivo” e próprio para desviar as cargas fluídicas negativas contra o seu dono; o amuleto exercia a mesma atividade, mas podia catalisar os fluidos bons ou maus do próprio dono. Em conseqüência, quando os talismãs eram usados por outras pessoas, eles se tornavam inofensivos, porque a sua freqüência vibratória estava intimamente vinculada ao seu primeiro dono, enquanto os amuletos podiam transmitir a outrem as influências boas ou más do seu antigo possuidor. Daí, a conveniência de se conhecer a procedência de amuletos ou jóias, antes de usá-los, porque propagam em torno as influências benéficas ou maléficas de que estão revestidos como condensadores de fluidos gerados pela alma humana! Malgrado o cepticismo moderno, é quase inconcebível a diferença de aura vibratória de uma jóia usada por Jesus ou Francisco de Assis, se a compararmos com outra pertencente a um Nero ou Torquemada.

 

PERGUNTA: – Ainda se pode confiar nos poderes de amuletos e talismãs, comumente prescritos em trabalhos de Umbanda e “candomblés”?

RAMATÍS: – Os amuletos modernos e ainda usados por pessoas supersticiosas já não produzem os efeitos tão vigorosos de outrora, porque, além de rarearem os verdadeiros magos que os confeccionavam com segurança, tais condensadores, atualmente, podem ser substituídos pela própria Ciência no campo de imantação eletromagnética. No futuro, a humanidade compreenderá o fundamento lógico, positivo e científico da magia, alquimia e feitiçaria. A evolução humana se faz por espiral, em ciclos gradativos, pois tudo o que hoje é posto de lado, como crendice ou superstição, amanhã será novamente retomado e estudado, descobrindo-se o seu fundamento sensato. As lendas dos vampiros, as crendices no poder de substâncias mágicas, as orações “fecha-corpo”, ou amuletos, talismãs, filtros misteriosos e poderes excepcionais de certas pessoas, em breve serão explicados satisfatoriamente pelos cientistas e parapsicólogos modernos.

As energias fabulosas, que atualmente manejamos do “lado de cá”, no campo da ciência transcendental e da terapêutica espiritual, o homem também conseguirá descobri-las e dominá-las para a vivência sadia e prazenteira no mundo físico. Inúmeros inventos e recursos, que hoje assombram a humanidade e foram descobertos no campo da energia oculta, já são considerados obsoletos e anacrônicos em nossa esfera de labor espiritual. No futuro, certos amuletos e talismãs de confecção científica, supercarregados de eletromagnetismo, poderão acelerar o funcionamento dos chacras do duplo etérico, harmonizar a circulação sangüínea, a nutrição vital e o metabolismo endocrínico, assim como dinamizar as auras humanas, desintegrar formas-pensamentos nocivas, concentrar energias defensivas e refratar cargas fluídicas ofensivas. Porventura, a eletroterapia e radioterapia já não modificam a contextura atômica dos tecidos através da aplicação de raios infravermelho, ultravioleta e ultra-sons, proporcionando condições de saúde aos enfermos?

Quando os cientistas terrenos puderem influir no psiquismo humano, tanto quanto já o fazemos em nossas colônias espirituais, eles poderão construir aparelhos de alta freqüência e de sensível atuação no campo vibratório da “psique” humana, eliminando estados de espírito depressivos e sofrimentos emotivos sob a aplicação dessa avançada ciência, de “etereoterapia”. Não se espante, o cidadão futuro, se o comércio mercenário anunciar aparelhos etereoterápicos de proteção contra cargas enfeitiçantes de bruxaria mental, verbal e física de encarnados e desencarnados!

 

PERGUNTA: – Porventura, não bastaria uma conduta de alto teor espiritual, para o homem dispensar qualquer preocupação de amuletos, talismãs ou orações prometedoras?

RAMATÍS: – Indubitavelmente, é a cristificação ensinada por Jesus a verdadeira e definitiva solução para os problemas do espírito humano no seu aprendizado material! O Evangelho resolve todos os problemas do mundo carnal e espiritual, sem necessidade de amuletos, talismãs, mitos, crendices, religiões, sortilégios, benzimentos, corpo-fechado, deformações, preces, despachos, passes, doutrinas, trabalhos de mesa ou de terreiros!

Mas, infelizmente, isso não acontece porque o homem ainda precisa socorrer-se dos recursos prosaicos e defensivos do mundo oculto ou através das forças da Natureza, a fim de manter-se algo equilibrado na sua existência tão contraditória. A vivência incondicional e incessante da criatura submissa ao esquema libertador do Evangelho do Cristo supera a capacidade defensiva do mais prodigioso talismã do mundo! O homem não atrai fluidos maléficos sobre si, desde que mantenha o pensamento limpo e fraterno sobre a irmã sensual que passa, o cidadão que erra, o vizinho que incomoda, o patrão que explora, o governo que se corrompe, o sacerdote que avilta a igreja, o companheiro que prevarica, ou os espíritos atrasados, que escondem a sua desventura no esgar mentiroso da farsa circense! Indiscutivelmente, o amor incondicional é o estado de espírito que sustenta e defende o ser humano contra as mais diabólicas ofensivas do mundo oculto! O homem cristificado, paradoxalmente, pode ser um ateu, e, no entanto, apesar de ele descrer de Deus, pode viver exatamente como “deseja” Deus!…

Mas o homem que pode dispensar todas essas coisas do mundo, e, também, todos os recursos das criaturas que se devotam a servir à humanidade, livre de superstições, crendices, benzimentos, amuletos, religiões, doutrinações ou proteções ocultas, sem dúvida, esse homem também não precisa mais encarnar-se nos mundos planetários, porque é ele um cidadão autêntico do Céu!

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Índice de Magia de Redenção

Invocação às Falanges do Bem
Duas palavras
Explicação necessária
Prefácio
Palavras de Ramatís
1. Considerações sobre o feitiço
2. Enfeitiçamento verbal
3. Enfeitiçamento mental
4. Enfeitiçamento por meio de objetos
5. Enfeitiçamento por meio do sapo
6. Enfeitiçamento por meio do boneco de cera
7. Enfeitiçamento por meio de metais organogênicos
8. Enfeitiçamento por meio da aura humana
9. O uso do cabelo na feitiçaria
10. O mau-olhado
11. O uso de amuletos e talismãs
12. Benzimentos e simpatias
13. As defumações e as ervas de efeitos psíquicos
14. A importância dos ritos, cerimónias e conjuros
15. A influência das cores na feitiçaria
16. Os males do vampirismo
17. O feitiço ante os tempos modernos
18. O feitiço e o seu duplo efeito moral