Ritos, cerimónias e conjuras

Capítulo 14

A importância dos ritos, cerimónias e conjuras

 

            PERGUNTA: – Que é o conjuro em magia?

RAMATÍS: – O conjuro é a imprecação mágica que os feiticeiros fazem, cabalisticamente, a fim de obrigar uma entidade espiritual a manifestar-se para cumprir um serviço ou assumir certa responsabilidade no mundo astral. Isso demonstra a existência de uma certa hierarquia entre os espíritos malévolos, em que os mais poderosos na prática do mal exercem autoridade sobre os de menor capacidade mental. Mas o conjuro também implica uma espécie de obrigação ou “compromisso” entre o evocador e o evocado, pois, satisfeito o pedido ou feito o serviço, o primeiro fica vinculado ao “sócio”, para retribuí-lo em vida, ou mesmo depois de desencarnado. Lembra a velha lenda do homem que vende a alma ao Diabo, pois o enfeitiçamento só produz êxito quando consegue a colaboração eficiente e decisiva de espíritos desencarnados e entendidos no assunto.

O conjuro é um compromisso severo, pois nesta operação cabalística o evocador associa-se a entes invisíveis, cujo poder e intenções ele quase sempre ignora. Por isso, aqui, no Espaço, vagueiam e arrastam-se milhões de seres tolos, imprudentes e escravizados aos mais espertos, aos quais se vinculam quando encarnados, a fim de praticarem malefícios e imprudências com o auxílio diabólico. Realmente, há feiticeiros improvisados ou profissionais que, movidos por vingança ou desejo do poder, vendem-se a certos espíritos impiedosos e perversos, do Além-túmulo, realizando um negócio bem desvantajoso. 1

             1 – Nota do Médium: – Às vezes, opomos dúvida quanto à existência de almas tão impiedosas e cruéis, no mundo astral, espécie de demônios perversos da velha lenda. No entanto, basta refletirmos sobre os tipos humanos que passaram pelo mundo trucidando crianças, velhos e mulheres indefesas, como Gêngis Khan, Tamerlão, David, Anibal, Atila, Nero, Torquemada, Calígula, Hitler e outros criminosos, que a história assinala e que mereceram a execração pública.

Assim que o corpo do “sócio “baixa à sepultura, logo surgem os credores ou “senhores”, que cobram juros escorchantes sob o mínimo favor prestado e penhoram a liberdade dos endividados da carne! O infeliz então se torna um rebotalho vivo sugado até a última gota de resíduo vital remanescente da Terra!

Por isso, nas adjacências das comunidades astralinas inferiores, vagam bandos de espíritos desajustados, entontecidos e exauridos em suas forças vitais, espécies de trapos vivos que, em vida física, se comprometeram com os veteranos das sombras.

 

PERGUNTA: – E a evocação?

RAMATÍS: – É uma operação de magia cerimonial, na qual o evocador roga à entidade, geralmente de estirpe superior, para comparecer, sem cogitar de qualquer compromisso recíproco ou de interesse material, como é o caso do conjuro.

Enquanto o rito para o conjuro já significa um início de negócio e conseqüente compromisso do encarnado em troca de favores menos dignos dos peritos das sombras, a evocação é mais um convite ou apelo a entidades amigas e benfeitoras, que comparecem espontaneamente e sem qualquer vínculo ou obrigação posterior. O termo conjuração define uma associação para fins de interesse recíproco, na qual os espíritos convocados sabem tratar-se de “serviço” ou “negócio” desejado pelo conjurador. 2 Enquanto o conjuro é operação tradicional, que atrai os “negociantes” desencarnados sob um vínculo recíproco ou chamado para a consecução de serviços de caráter inferior, a evocação pode ser feita a qualquer entidade, guia ou santo, que se apresentam sem preocupação de ligações subversivas.

2 – Vide as perguntas 549 e 550, subtítulo “Pactos”, da obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

No Espiritismo, por exemplo, a evocação é simples e de natureza mental, despida de quaisquer cerimônias ou obrigações. O conjuro, no entanto, mobiliza forças vigorosas por parte dos conjura dores, pois algumas vezes as entidades mais inferiores são dominadas pela mente do feiticeiro, comparecendo quase hipnotizadas à convocação coerciva. Elas ficam à disposição de magos ou feiticeiros, que lhes aproveitam as tendências deprimentes a serviço de suas tramas e interesses. Daí, as histórias e lendas de gênios, que ficavam submissos a certas pessoas através de uma lâmpada, jóia, cerimônia ou rito, como era ”Aladim e a Lâmpada”, mas depois vingavam-se dos que abusavam dos seus poderes e ingenuidade.

 

PERGUNTA: – Há alguma diferença entre a evocação através de um cerimonial adrede preparado, como faziam os magos antigos, e a evocação mental dos espíritas?

RAMATÍS: – Indubitavelmente, a diferença é muito grande, pois na evocação através da magia cerimonial tudo é feito de modo a identificar o espírito evocado. Por isso, havia o rito de limpeza fluídica, o uso de roupagens imaculadas e defumadas com alfazema, além do asseio corporal com ervas odorantes. Fazia-se a “ionização” ou dinamização etérica do ambiente, em conjugação com a harmonia mental dos presentes e o recitativo vibrante de “mantras” eletivos ao padrão espiritual da entidade evocada, quer fosse um guia, anjo, santo ou espírito familiar.

O ambiente da evocação é preparado de modo a evitar-se qualquer influência mortificante aos espíritos evocados, os quais são sempre de melhor estirpe sideral que os evocadores. Tudo é feito impregnado do mais santo recolhimento, considerado, de antemão, uma graça divina. O respeito hierárquico, aliado ao sentimento de júbilo pelo acontecimento tão incomum, produz uma atmosfera de vibrações eletivas a espíritos de alta envergadura espiritual. Jamais se assemelham labores tão nobres, com certas evocações espiritistas e umbandísticas atuais, em que os evocadores irreverentes, sádicos e céticos não passam de legistas zombeteiros afrontando os comunicantes numa autópsia incrédula!

Na evocação essencialmente mental, sem a garantia do cerimonial e higienização salutar do ambiente, a barreira mediúnica interfere, de modo acentuado, sobre o comunicante e dificulta a identificação individual. O espírito evocado não consegue ultrapassar o biombo anímico do médium, incapaz de expor detalhes de sua personalidade terrena, salvo algumas coincidências que se ajustam por associação de idéias. É dificílimo para os médiuns intuitivos cogitarem de qualquer identificação de espíritos desencarnados, quando não conseguem penetrar no âmago de sua individualidade moral.

Excetuando os sensitivos de incorporação sonambúlica ou psicógrafos exclusivamente mecânicos, 3 é dificílimo aos médiuns intuitivos identificarem os espíritos desencarnados; salvo quando eles conheçam algo de sua natureza pessoal, quando no mundo físico.

3 – Nota do Médium: – Creio que médiuns que conseguem identificar os seus comunicantes de modo satisfatório têm sido Chico Xavier, Dale Owen, Fernando de Lacerda, W. Krijanowsky, John Sloan, Anthony Borgia, Dolores Bacelar, Yvone Pereira, Srª. Wickland, Ana Prado, Artazú, D’Esperance, Eusapia Paladino, Valentiane, Home, Peixotinho, João Cosme e outros.

 

PERGUNTA: – Então se justifica, nas mesas espíritas, que haja mais interesse pelas idéias dos espíritos comunicantes, do que pela sua identidade?

RAMATÍS: – Nesse caso, quando não há garantia de identificação, quase não compensa a realização de sessões mediúnicas. Os espíritos que se comunicam do Além-túmulo são os mesmos homens que aí viveram; e vós também sereis; no futuro, espíritos comunicantes. Caso o intercâmbio mediúnico não tenha por escopo fundamental identificar a vida do Além em confronto com o mundo material, inclusive a identificação das entidades comunicantes, então não há motivos plausíveis para os esforços exaustivos no sentido de identificar mistificações, equívocos e animismo improdutivos. Melhor, então, seria conhecer as idéias desses homens quando vivos, e não só depois de desencarnados, quando tudo se toma mais difícil e duvidoso.

Quanto à alegação de que se faz necessário doutrinar os sofredores e esclarecer os subvertidos sem corpo físico, cremos que os espíritas já estão suficientemente elucidados de que a referida doutrinação endereça-se mais propriamente aos vivos, para que saibam o que lhes acontece depois da morte, e o que convém fazer pela sua própria felicidade. Aliás, na Terra já existem conhecimentos e orientações espirituais suficientes para conduzir a humanidade à angelitude, desde que o homem se empenhe em seguir as diretrizes que ensinaram e viveram Hermes, Confúcio, Fo-Hi, Crishna, Buda, Pitágoras, Jesus, Kardec e outros. Por que esses ensinamentos terão mais valor, quando explicados pelos “falecidos” e através de médiuns anímicos, que deturpam ou mesclam as comunicações com as suas convicções precárias?

Eis por que são de pouca valia as evocações a esmo e a qualquer hora, caso não se estabeleça um campo psíquico vibratório favorável para o evocado identificar-se ou, pelo menos, expor a natureza de suas idéias esposadas quando vivo, confrontando-as com as que ele tem depois de desencarnado.

 

PERGUNTA: – Mas não seria superstição e excentricidades cercarmos as evocações de entidades superiores de ritos infantis?

RAMATÍS: – Evidentemente, estamos comentando o motivo dos ritos e cerimônias que os magos mobilizavam para o sucesso de suas evocações fatigantes, mas firmadas nas mais sacrossantas intenções. Criar condições higiênicas e agradáveis para as evocações de entidades superiores é tão natural e sensato como a atitude do cidadão do mundo, que limpa a sua casa e veste roupa asseada para receber o hóspede excepcional. Melhorar o ambiente para a mais fácil identificação dos “mortos” que se comunicam, embora sejam mais importantes as suas idéias do que a personalidade, isso não é curiosidade nem exotismo, mas um modo técnico de se comprovar mais seguramente a sobrevivência do espírito além do corpo físico.

As leis transcendentais são insuperáveis e os espíritos desencarnados vibram em faixas de ondas peculiares ao seu grau e contextura espiritual. No entanto, em consonância com o ambiente, eles também se apresentam, a rigor, com a sua indumentária imortal. O anjo descido dos planos superiores, se quiser manter contato mais direto com os homens, revestir-se-á de fluidos ajustados à graduação moral do ambiente onde pretende manifestar-se. Ele terá de suportar os maus odores, a temperatura constritiva e a pressão magnética do ambiente físico indesejável, mobilizando esforços incomuns para um intercâmbio algo satisfatório. Caso desista desse esforço heróico incomum, retomando à sua vibração original, então só poderá atuar no campo da intuição, o que, aliás, é duvidoso de êxito completo.

Após desencarnarem, os espíritos passam a viver em reinos ou esferas espirituais de conformidade com o seu campo vibratório peculiar; seja para cima ou para baixo, eles são como o peixe fora da água; sofrem o excesso de luz ao atingirem o reino superior, ou então mortificam-se ao baixar para o reino inferior. Sua vivência espiritual processa-se dentro de um campo vibratório eletivo, cujo limite esférico é extenso ou reduzido, de acordo com o seu conhecimento e a amplitude ou grau de seus sentimentos. Aí, na Terra, o homem pode viajar para qualquer latitude geográfica do orbe e o seu corpo físico adapta-se a qualquer espécie de pressão e temperatura, porque se movimenta num reino semelhante em todas as suas limitações de vida, como é a matéria.

Mas do “lado de cá”, onde só o “pensar” e o “sentir” são os fundamentos de vida real do espírito, o ambiente varia conforme a composição das idéias e dos sentimentos do ser.

A descida do espírito superior para os reinos inferiores sempre exige apressada redução vibratória, caso ele pretenda entrar em contato direto com os habitantes menos felizes. O Espírito de Jesus será absolutamente imune às vibrações coercitivas de qualquer atmosfera densa e mortificante; mas ele há de sofrer os impactos agressivos, assim que “baixa” vibratoriamente até ao nível das zonas inferiores. Em sentido oposto, qualquer habitante de um reino espiritual inferior, precisará afinar-se mental e emotivamente, num esforço incomum de “angelização provisória”, caso também deseje visitar um reino superior. Repetimos, pois, que a sombra mortifica a entidade que desce dos planos lucíferos, mas a luz, em excesso, também perturba e cega os espíritos habituados às sombras! 4

4 – Vide sobre o mesmo assunto o capítulo “Numa Cidade Estranha”, da obra Libertação, e o capítulo “Excursão de Adestramento”, da obra Obreiros da Vida Eterna, ambos de André Luiz, por Chico Xavier, edição da FEB. Leiam-se, também, os capitulas “Os Reinos Inferiores” e “Reinos Superiores”, da obra A Vida nos Mundos Invisíveis, pelo espírito de Mons. Robert Benson, através do médium Anthony Borgia, obra da Editora O Pensamento.

 

PERGUNTA: – Mas se o pensamento vincula e ajusta o espírito, bom ou mau, a sua faixa vibratória de graduação espiritual, por que há necessidade de ritos e cerimônias, para se lograr um intercâmbio que existe naturalmente por força das próprias leis da Criação?

RAMATÍS: – O Espiritismo, em sua formação iniciática, deve evitar crendices, conjuras, exorcismos e evocações fastidiosas, para não retomar às práticas e superstições dos tempos medievais. Qualquer indivíduo, por pior que seja, pode emitir impulsos emotivos ou projetar o seu pensamento sublime até o Cristo Jesus; e será atendido em seu apelo tão razoavelmente quanto seja a nobreza da sua intenção! Da mesma forma, o homem pode convocar a assistência diabólica e logo ser atendido na sua faixa vibratória, sem necessidade de conjuras ou rituais exaustivos, pois a ele atrai, sob a regência da lei dos semelhantes, um “sócio” inescrupuloso e interessado no mesmo negócio subversivo e censurável.

Mas entre evocarmos um espírito superior pelo pensamento, rogando-lhe a graça de nos orientar e o convidarmos para comparecer pessoalmente em nosso ambiente inferior, há considerável diferença entre os recursos que devemos mobilizar para cada caso. Ao visitante espiritual superior se oferece um ambiente adequado à sua graduação ou missão espiritual, evitando de ele entrar em contato desagradável com os elementos grosseiros do meio e que não lhe são afins. O raio de sol jorra prodigamente pelo vidro limpo e transparente, mas encontra enorme dificuldade para filtrar-se através de uma vidraça coberta de piche! Ademais, o ambiente higienizado e dinamizado para receber o espírito sublime torna-se desagradável e refratário à presença de espíritos mistificadores e de baixa vibração psíquica, assim como o mendigo evita penetrar na festa do milionário! Enquanto a sublimidade do meio contribui para a manifestação da vida superior, o ambiente impuro favorece a proliferação das coisas impuras. Desconfiai do príncipe que se mostra eufórico e venturoso na tapera sórdida, pois ele será um estúpido, mistificador ou então produto do próprio meio!

Aí, na Terra, diante da mais singela probabilidade de uma inspeção superior em qualquer departamento público, movimentam-se criaturas para a limpeza, decoração e os cuidados especiais, a fim de que os visitantes lisonjeiros encontrem o ambiente digno de sua autoridade hierárquica. À perspectiva da visita de um governante de outro país o anfitrião local mobiliza polícias, enfeita as ruas da cidade, escolhe o melhor hotel e cardápios refinados para homenagear o visitante incomum. O povo sai às ruas vestindo o seu melhor traje, há conjuntos de música festejando o hóspede de importância, enquanto se evitam quizílias políticas, separatividades religiosas, cenas desagradáveis, pois tudo é feito sob o esforço coletivo de manter-se o ambiente festivo, limpo e agradável!

Em conseqüência, não é de bom-senso a convocação de entidades de alta estirpe sideral, para um contato pessoal e acertos de problemas prosaicos do mundo, quando os evocadores só 1hes oferecem um ambiente de fluidos agressivos e mortificantes. É presunção ou ignorância os evoca dores suporem que um espírito de boa linhagem espiritual há de sentir-se satisfeito ou tranqüilo, embora mergulhado nos fluidos odiosos, sensuais, invejosos, obscenos e repugnantes, que servem de repasto nutritivo para miasmas, bacilos, larvas e embriões psíquicos! 5

5 – Vide o capítulo “Curiosas Observações”, da obra Nosso Lar, de André Luiz, edição da FEB.

Indiscutivelmente, o espírito superior é humilde; motivo por que não hesita em baixar heroicamente no ambiente mais sórdido, desde que possa servir e amar o próximo! Mas é censurável presunção humana, convocá-lo para aspirar os piores odores do mundo de que ele já se libertou pela ascensão espiritual. Assim como o raio de luar sobrevive à escuridão, o espírito superior também é imune à ofensiva de qualquer campo vibratório da vida inferior; mas o homem embora seja um príncipe, há de sentir maus odores e confrangimentos desagradáveis, toda vez que se decide a visitar hospitais de leprosos ou cancerosos!

Por isso, eram mais humildes e sinceros os ve1hos magos que se exauriam semanas e semanas, num cerimonial fastidioso, para higienizar e aromatizar o ambiente psíquico, a fim de torná-lo saudável para a evocação dos espíritos benfeitores! A mirra, o incenso e o banho de ervas odorantes, conjugados ao jejum purificador e rigorosa assepsia corporal, constituíam-se em respeitosa oferenda que eles providenciavam, venturosos, a quem se animasse a visitá-los no ambiente hostil da vida humana. E tudo isso era feito heróica e obstinadamente, apenas para esses magos lograrem a ventura da fugaz manifestação de uma fisionomia sorridente, um breve aceno de alguém simpático, descido dos céus numa fração de segundo!

Certos espiritualistas irreverentes e obstinados por suas convicções arras antes fazem-nos lembrar a ingenuidade e a candura dos bugres, quando no seu primitivismo julgavam que o príncipe visitante havia de sentir-se venturoso e radiante, bebendo a repugnante beberagem de milho mastigado, acomodado sobre lixo e suportando os piores odores dos corpos suarentos, rebolados sob o mesmo batuque inexpressivo! Ainda há quem julgue o beija-flor feliz ao debater-se na fumarada densa, ou que as pombas arrulham de gozo banhando-se na lama dos charcos!

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Índice de Magia de Redenção

Invocação às Falanges do Bem
Duas palavras
Explicação necessária
Prefácio
Palavras de Ramatís
1. Considerações sobre o feitiço
2. Enfeitiçamento verbal
3. Enfeitiçamento mental
4. Enfeitiçamento por meio de objetos
5. Enfeitiçamento por meio do sapo
6. Enfeitiçamento por meio do boneco de cera
7. Enfeitiçamento por meio de metais organogênicos
8. Enfeitiçamento por meio da aura humana
9. O uso do cabelo na feitiçaria
10. O mau-olhado
11. O uso de amuletos e talismãs
12. Benzimentos e simpatias
13. As defumações e as ervas de efeitos psíquicos
14. A importância dos ritos, cerimónias e conjuros
15. A influência das cores na feitiçaria
16. Os males do vampirismo
17. O feitiço ante os tempos modernos
18. O feitiço e o seu duplo efeito moral